Política

"Acabou o monopólio de Raoni", disse Bolsonaro na ONU. Conheça as vozes  indígenas emergentes 

Ysani Kalapalo foi destaque na ONU e se tornou uma voz emergente do governo Bolsonaro junto com as secretárias Silvia Waiãpi e Sandra Terena forma um trio que luta pelo desenvolvimento nas comunidades tradicionais

O Presidente Jair  Messias Bolsonaro abriu os debates da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova York, nos Estados Unidos e mostrou ao mundo que o Brasil está sendo governado por um estadista. O ponto principal do seu pronunciamento foi sobre as informações da defesa da soberania brasileira e das ações do governo na Amazônia, após a repercussão das mídias internacionais, Bolsonaro desmentiu a liderança de Raoni sobre os povos indígenas. Raoni vem há anos promovendo discursos contraditórios sobre o Brasil, financiado por ONGs de esquerda.   

O Presidente aproveitou e apresentou  enaltecendo  a presença da indígena Ysani Kalapalo na ONU."Acabou o monopólio de Raoni", disse o presidente após ler uma carta dos agricultores indígenas do Brasil que disseram que a ONU precisa conhecer os desejos e anseios das comunidades na voz da indígena Ysani Kalapalo.

Esquerda agoniza e tenta descreditar Ysani
Um grupo de ongs que há dezenas de anos têm usado os indígenas como massa de manobra tentou descreditar Ysani Kalapalo através de uma carta falsa, que teria sido assinada por vários caciques do Xingu, entre eles, o cacique Kotok, uma das principais lideranças locais, no entanto, a reportagem apurou que Kotok está se recuperando de uma enfermidade e pela sua cultura, fica isolado na OCA  até se recuperar totalmente, ou seja, mais uma narrativa mentirosa da esquerda, pois não havia possibilidade do líder ter assinado a carta fake que foi amplamente divulgada por jornais como O Globo e Folha de São Paulo de forma equivocada, sem checagem.

A carta é um papel A4 com o nome dos caciques escrita no word com fonte arial 14. Além disso, essas ongs que manipulam lideranças contaminadas partiram para agressão e a desconstrução da imagem de Ysani, estratégia marxista-leninista. 


A tentativa foi frustrada e as vozes contaminadas foram abafadas pelo posicionamento de lideranças emergentes dos povos indígenas brasileiros. As Secretárias Nacionais da Saúde Indígena e da Igualdade Racial, Silvia Waiãpi e Sandra Terena saíram em defesa de Ysani Kalapalo, assim como dezenas de caciques que gravaram vídeos sobre o assunto. As três mulheres indígenas em destaque no governo são ligadas a Ministra Damares Alves.

Mas afinal, quem é Ysani Kalapalo?

Indígena do Parque do Xingu, ela mesmo se define nas redes socials como "tribal e urbana". Nascida na aldeia Thuhungu, tem a sua primeira linguá a nativa. Youtuber, com quase 300 mil inscritos em seu canal, Ysani recentemente gravou um vídeo dizendo que Raoni não pode falar por todos os povos indígenas do Xingu e que ele não poderia falar em nome de sua aldeia. Ela também se define como uma mulher indígena de direita "Eu sou obrigada a ser indígena de esquerda? Por que não posso ser de direita?", questiona. Ela descreve que começou a se envolver com política há onze anos, quando passou a conhecer lideranças e a "se informar mais". A reportagem do Renews entrou em contato com Ysani que não quis gravar entrevista.

Ysani quebrou um paradigma e calou lideranças bancadas por ongs como Raoni e Sonia Guajajara, que foi candidata a vice de Boulos pelo PSOL.  O presidente disse ainda que o Brasil pode vislumbrar um novo tempo para as comunidades indígenas. A situação que vivem é de extrema pobreza em contraste com o solo que vivem em cima de ouro, diamante e niôbio. O ambientalismo radical e o indigenismo ultrapassado ficaram para trás e representam o atraso, a marginalização e completa ausência de cidadania.
Bolsonaro quer quebrar esse paradgima de pobreza para os povos indígenas e tem como principal aliada para essa missão a ministra Damares Alves, que de alguma forma serviu como inspiração para as novas vozes emergentes dos povos indígenas no Brasil. Na assembleia da ONU, o presidente disse que apenas a reserva Yanomami é equivalante ao tamanho de Portugal, embora vivam no local apenas 15 mil índios.  "Fica claro que os que nos atacam não estão preocupados com os índios", disse o presidente.

Atualmente 14% de todo o território nacional é composto de terras indígenas, quase o dobro da área da agricultra, que conta com 8% das terras brasileiras. As comunidades estão sedentas para produção nessa áreas, sem amarração, presevervando o meio ambiente as riquezas naturais, vislumbrando uma nova política indigenista no Brasil, que se faz necessária de forma urgente. O estatuto do índio, a lei 6001/73 é retrógrado e atende apenas os desejos coloniais dos governos lulopetistas, mas representa um atraso para os povos indígenas, que não podem mais ser considerados incapazes. Ysani, por exemplo é Youtuber. Os agricultores indígenas querem plantar utilizando tecnologia de ponta. Sem dúvida, o novo indígena, está longe do "bom selvagem", descrito por Rousseau.

O Brasil possui 14% de terras indígenas regularizadas e as comunidades estão sedentas para a produção nessas áreas, sem amarração. Uma nova política indigenistan o Brasil é necessária.  Nesse novo contexto, surgem novas vozes emergentes do Brasil, que há muito tempo estavam falando, mas eram silenciadas pela extrema esquerda que manipulou os povos da floresta por décadas. 

Secretária de Damares defende produção agrícola de ponta, etnoturismo e capacitação para produção e venda de artesanato

Essa nova política já vem sendo defendida há anos por Sandra Terena, Secretária Nacional da Igualdade Racial, aliada da Ministra Damares Alves. Há nove meses a frente da pasta, Sandra tem defendido o etnoturismo, produção agrícola de ponta nas áreas indígenas do Brasil e a capacitação para produção e venda do belíssimo e plural artesanato indígena. O presidente Bolsonaro e a Ministra Damares são entusiastas desta ruptura que vai tirar o índigena da extrema pobreza para uma vida digna com recursos para gerir suas próprias terras. Sandra foi a primeira indígena no Brasil a se formar em jornalismo. Em 2009 denunciou o governo de Lula que tentava esconder a prática do infanticídio através do Documentário Quebrando o Silêncio, que rendeu a ela o Prêmio Internacional Jovem da Paz em 2009. No governo Bolsonaro, Sandra Terena tem sido a principal defensora do presidente junto aos órgãos internacionais, além de defender o pacote anticrime de Sérgio Moro em reuniões da Organização das Nações Unidas na Bolívia, Estados Unidos e Jamaica. 

Silvia Waiãpi tem sido implacável no combate a corrupção


Uma voz indígena que ecoa há anos em todo o Brasil combatendo a esquerda e a corrupção que havia se instalado na saúde indígena nos governos lulopetistas é a de Silvia Waiãpi e, sem dúvida, serviu de insipiração para Ysani e Sandra. Da etnia Waiãpi, nos rincões do Amapá, Silvia é uma sobrevivente do infantícidio. A primeira luta da vida dela foi para sobreviver.
 Se tornou uma mulher guerreira. Se formou em fisioterapia, foi oficial do exército brasileiro e se orgulha do longo currículo de onze páginas com dezenas de cursos que deram base para que hoje ela ocupe o cargo mais importante da saúde indígena no Brasil, de Secretária da Sesai. Ela foi uma das primeiras a ser convocada por Bolsonaro, ainda na transição, no famoso carômetro, ela era uma das 17 pessoas que iniciaram os trabalhos deste novo Brasil. E neste curto período de tempo já deixou sua marca de combate a corrupção.
Enfrentou vários protestos de liderenças contaminadas, bancadas por ongs, que pagam hotéis luxuosos para indígenas e brancos que se pintam como indígenas para manter as polpudas propinas na saúde indígena. Silvia cortou e está cortando tudo e o desespero da esquerda aparelhada por ongs e conselhos indígenas está agonizando. Silvia chegou a ser feita de refém por um grupo, mas conseguiu fugir. O preço para reconstruir o Brasil e as políticas indigenistas que foram deturpadas por Lula e Dilma tem sido alto, mas o resultado sem dúvida, mostrará que este será o melhor governo da história para os povos tradicionais do Brasil. Ninguém ficará para trás, esse é o desejo do presidente Bolsonaro e de Damares Alves, uma mulher apaixonada pelos povos indígenas, tão apaixonada que adotou uma  menina do povo Kamayurá.