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Entre plano, projeto e obra Fazenda Urbana é entregue em tempo recorde

Projeto do Ippuc em parceria com a SMSAN foi validado pelo prefeito em outubro de 2018. (Foto: Divulgação)

Desde o plano, ao projeto e à obra em um ano e sete meses. Este foi o tempo em que a Fazenda Urbana do Cajuru, a primeira do Brasil, deixou o papel para virar realidade em Curitiba.

Idealizado pelo prefeito Rafael Greca já no primeiro ano de gestão, o projeto da Fazenda Urbana de Curitiba foi validado em reunião no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), em 9 de outubro de 2018.

“Com esforço próprio da estrutura municipal conseguimos transformar um sonho em realidade em tempo recorde para o bem da cidade”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Luiz Fernando Jamur.

A proposta da Fazenda Urbana no Cajuru substituiu a ideia do Centro de Referência em Agricultura Urbana (Cereau) a ser implantado na área do pátio de manobras da antiga Rede Ferroviária Federal, no entorno da Rodoferroviária, que não foi possível devido à contaminação do solo.

Inaugurado nesta quarta-feira (24/6), em uma área de 4.435m² ao lado do Mercado Regional do Cajuru, o primeiro parque agroalimentar brasileiro conta com o que há de mais moderno em modelos de plantio e uso de energias renováveis.

Criado a partir de uma proposta da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, o projeto foi feito em parceria com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) desenvolvido pelo arquiteto Paulo França, sob a coordenação de projetos de Célia Bim.  

A estrutura irá promover a difusão de práticas, técnicas e pesquisas em agricultura dentro do ambiente urbano e também a organização comunitária, a fim de educar social, alimentar e ambientalmente a população.

Na Fazenda Urbana de Curitiba, mais de 60 variedades agrícolas orgânicas são cultivadas, com a produção de frutas, legumes e verduras, além de ervas, temperos, chás e plantas alimentícias não convencionais (pancs). O complexo conta ainda com estufas, central de compostagem, banco de alimentos, cozinha escola e um contêiner que funcionará como sala de aula.