Política

Menina de 12 anos é vítima de estupro Coletivo em Conferência do Conanda no Governo Dilma

Uma menina de apenas 12 anos foi vítima de estupro coletivo durante a X Conferência do Conanda no Governo Dilma. Estupro Coletivo pode ter membros do Conanda envolvidos. O caso foi abafado pela Secretária-executiva do Conanda, Verena Martins de Carvalho, exonerada pelo Ministério dos Direitos Humanos comandado por Damares Alves

A Secretária-executiva do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), Verena Martins de Carvalho, abafou o estupro coletivo realizado contra a criança, oriunda de uma comunidade tradicional brasileira, na última Conferência Nacional, realizada em Abril de 2016, em Brasília-DF promovido pelo governo Dilma.

Cerca de meio milhão de reais foram gastos Só com a hospedagem do grupo no hotel onde aconteceram as orgias que resultou na menina ferida pelo estupro que envolveu sete membros do Conanda.

 

Todo o evento custou R$ 4 milhões aos cofres públicos em 2016 e já estava sendo articulado pelos conselheiros para se repetir até o final deste ano, mas foi bloqueado pelo Governo Bolsonaro.

Membros do Conanda, que não concordaram com a situação ouvidos pelo Agora Paraná, relataram que a madrugada de 26 de abril foi regada a bebidas, drogas, sobretudo no terceiro andar do Bay Park Hotel em Brasília. A farra bancada com dinheiro público e as orgias entre adolescentes e adultos tiveram um resultado trágico: uma menina, linda, inocente, teve que descer carregada pelo elevador. Com sua roupa manchada de sangue na parte inferior do corpo e com a sua genitália machucada, ela constrangida, quando passou pelo hall do hotel, dizia as lágrimas: “Minha mãe sabe que faço sexo com vários homens”. A pequena dizia aquilo para se justificar de algo que sentia culpa, mas na verdade era uma vítima.

Funcionários do hotel que queriam ajudar, foram afastados pela direção do Conanda, para evitar que pessoas estranhas ao caso tivessem acesso ao que havia ocorrido. Aqueles que deveriam proteger as crianças e adolescentes, foram seus abusadores. E a Conferência para cuidar dos miúdos, tornou-se campo fértil a pedofilia. 

O sorriso da menina, de doze anos, não foi mais o mesmo. No dia anterior ela contara aos amiguinhos da alegria de tomar suco de laranja em seu café da manhã no hotel. De poder dormir em uma cama com lençóis brancos e de ver um aparelho jogando ar gelado, cujo nome era desconhecido para ela: o ar condicionado. Seus abusadores, prometeram a ela, que se ela fizesse o sexo com todos eles, a levariam do escorregador da piscina do hotel, que era visto pela janela, mas eles não haviam desfrutado devido a carga horária puxada da Conferência. Pior, pediram para que o sexo criminoso fosse feito simultaneamente. Enquanto dois homens tentavam penetração simultânea, outro colocava seu genital na boca da menina enquanto uma conselheira se masturbava simultaneamente. Minutos depois, a adolescente desmaiou.

A reportagem percorreu o caminho do crime. Do terceiro andar do hotel até o local onde a garota saiu carregada para o veículo do Samu, que a levou para um hospital do Distrito Federal. Os representantes do Conanda, que testemunharam a situação, esconderam o caso que vem à baila por meio do jornalismo investigativo. A Secretária Executiva do Conanda, Verena Martins de Carvalho foi recentemente exonerada do cargo pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves, no entanto o Ministério Público, pede que o governo brasileiro devolva o cargo para a mulher que abafou o caso do estupro coletivo, ignorado pelo próprio MP.

Esse ato terrível, revela o óbvio, que parte dos Conselhos e Sindicatos no Brasil, são tentáculos do aparelhamento montado pela esquerda, que ainda se debate para ficar a margem do poder, se locupletando do dinheiro público para cometer crimes, legitimados por eles próprios.

O MPF encaminhou ofício à Ministra Damares Alves, por meio da procuradora Débora Duprat, destacando que é atribuição do Poder Executivo, o suporte técnico, administrativo e financeiro para o necessário funcionamento do Conselho. Ou seja, o aparelhamento militante/jurídico. Procurada pela reportagem, Verena não quis falar sobre o caso. Com a divulgação dessa verdade que gritou e foi abafada em 2016, mas que foi o assunto mais comentado por todos, será possível descobrir quais membros e conselheiros vão investigar o caso e quais vão lutar pela manutenção do aparelhamento que vai na contramão do direito das criaças e adolescentes no Brasil.