Governo do Paraná apresenta Plano de Desenvolvimento Urbano para a RMC

Deputada Estadual Marli Paulino, presidente da Comissão de Assuntos Metropolitanos promoveu reuniões e fóruns para colaborar com a execução do Plano

O governador em exercício Darci Piana apresentou nesta segunda-feira (16) o novo Plano Diretor da Região Metropolitana de Curitiba, o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI). O documento estabelece as diretrizes para o desenvolvimento integrado dos 29 municípios da região, que concentra quase 30% da população paranaense e responde por mais de 40% do PIB estadual.
A deputada estadual Marli Paulino, presidente da Comissão de Relações Federadas e Assuntos Metropolitanos acompanhou o andamento do projeto promovendo reuniões e fóruns para colaborar com a execução do Plano. “Nossa região metropolitana merece e precisa desse olhar técnico para que se desenvolva ainda mais para atender bem e com qualidade seus moradores”, destacou Marli ao avaliar o exemplar do PDUI.
O PDUI é um instrumento urbanístico que integra temas como mobilidade urbana, meio ambiente e recursos hídricos, desenvolvimento social e econômico, habitação de interesse social e planejamento territorial e uso do solo. O objetivo da atualização é garantir crescimento urbano equilibrado, ordenado, sustentável e integrado entre os municípios. Ele será apresentado à Assembleia Legislativa em formato de projeto de lei. O caderno que resume a entrega pode ser consultado.
Piana destacou que a atualização do plano diretor deveria, por lei, ocorrer a cada 10 anos, mas a última realizada na RMC ocorreu em 2006. Com o documento, a defasagem de duas décadas resolvida. “Esse projeto está atrasado, devia ter sido feito em 2016. Esse projeto novo corrige o que não foi feito nesses 10 anos. Cada prefeito vai estudar as propostas e a Assembleia Legislativa vai aprovar o texto que vai ajudar a colocar em prática as metas e objetivos”, comentou.
“Esse planejamento vai ajudar a nossa área metropolitana e as cidades que fazem parte dessa Grande Curitiba. Porque uma capital não existe sozinha, ela inclui todos os municípios. E é preciso ter um plano bem estruturado para que os governos estadual e federal possam ajudar as prefeituras, integrando economia, transporte, educação, meio ambiente e todas as outras áreas”, complementou.
O trabalho conjunto se baseou em amplo diagnóstico regional e resultou em mais de 100 ações estratégicas com horizonte de 10 anos, visando à qualificação da infraestrutura, fortalecimento da proteção ambiental, redução das desigualdades territoriais e promoção da prosperidade social e econômica. São metas como resolver irregularidades fundiárias, aprofundar a integração do transporte, qualificar áreas verdes e promover a redução das emissões de gases de efeito estufa. Confira outros objetivos.

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