Política

FBI interceptou mensagens de Greenwald e hacker sueco Ola Bini, que foi preso no Equador

Um relatório enviado a justiça americana pelo FBI revela a troca de mensagens entre Gleen Greenwald e o hacker sueco Ola Bini, especialista em crimes virtuais em uma trama para roubar dados sigilosos no Equador. Na conversa, Glenn, sugere ao hacker que as negociações estão lentas pois ele estava procurando uma forma para contratar o criminoso. Essas mensagens interceptadas pelo FBI em 2013, mas que vieram a tona em agosto deste ano em jornais no Equador, revela que o modus operandi de Greenwald, se utilizando dos meios digitais para roubar dados na política mundial não é mera casualidade, mas uma forma sistêmica de cometer crimes que não são apenas coinscidência os áudios roubados de moro e da Lava Jato. 

O Intercept Brasil, braço da ong antisemita de Omydar, perdeu forças no Brasil após as denúncias deste jornal e açãp firme da PF que resultou na prisão dos hackers que já admitem ter participado diretamente da edição do material da Vaza Jato, conforme antecipou o Agora Paraná. Um dos hackers presos, tem emails trocados com Greenwald pela mesma conta que o americano utilizou para conversar com o hacker sueco.

 Entre essas pessoas interceptadas pelo FBI , estaria Renata Avila, advogada guatemalteca de Assange; Felicity Ruby, ativista em favor de Assange; e jornalista Glenn Greenwald. As conversas encontradas iriam de 2013 a 2015 e incluiriam algumas com ex-funcionários do governo Rafael Correa.
O hacker sueco tem fortes ligações com Julian Assange, que enfrenta 18 processos por revelar documentos secretos do Departamento de Estado dos EUA, inclusive sobre as guerras do , e Afeganistão. Os EUA pedem a sua extradição para o país – onde ele pode pegar 175 anos de prisão ou pena de morte, mas ele permanece detido em Londres. 

Dessa forma, fica explícito o modus operandi do crime de Greenwald, pois os hackers  roubam mensagens, vão para cadeia e o site de Glenn funciona como um braço do crime para interceptar os materias e utilizar o sigilo da fonte dos jornalistas para legitimar os materiais do crime. No Brasil tem sido igual, pois Walter Delgatti Neto e Luiz Molição também estão na cadeia. Os criminosos contam com a proteção de uma militância de esquerda com tentáculos na imprensa e no poder judiciário e tentam criar uma narrativa para legitimar os crimes virtuais de Greenwald pelo mundo. 
Com exclusividade o Agora Paraná já mostrou com fartos documentos probatórios, que o hacker brasileiro Walter Delgatti Neto disse a uma seguidora no Twitter, que era grande amigo de Greenwald e participou diretamente das edições da Vaza Jato, o que sugera a quadrilha dos crimes virtuais no Brasil, comandada por Greenwald. 

Veja um trecho das coversas interceptadas pelo FBI
Chats de Ola Bini con Glenn Greenwald*
Diciembre 12 del 2013

Ola Bini: novedades
?
Glenn Greenwald: hola qué tal
GG: nada aún - sé que es lento, pero aun no llegamos a ese punto en la discusión sobre trabajar con gente de afuera de los contratos pero lo haremos
OB: cómo estás?
OB: ok
OB: muy bien -todo intenso - qué tal Ecuador?
OB: buen trabajo en las revelaciones suecas de FRA
OB: en Ecuador todo bien
OB: es muy emocionante
GG: te gusto lo de Suiza?
GG: Ecuador es interesante?
Quiera ir allá
OB: logramos repeler un artículo insidioso en el nuevo código penal que hubiese hecho mucho daño acá
OB: sí, lo es
y estamos teniendo acogida de los políticos locales
OB: de hecho
OB: si tienes contenido sobre Ecuador sería fatástico si pudiésemos publicarlo pronto, y no después
OB: hay malestar en estos momentos
OB: y el gobierno está intentando implementar ciertos planes para hacer algo al respecto (y han pedido nuestra ayuda)
GG: trataré - es difícil - todos me presionan para que haga cada país . pero lo puedo chequear
Uma semana após o final dos 120 dias de instrução fiscal pelo crime de ataque à integridade dos sistemas de computador contra o sueco Ola Bini e o equatoriano Marco Argüello, o Ministério Público acrescenta informações que teriam sido extraídas de vários discos rígidos que pertenciam ao exterior e que foram enviados, através de assistência criminal internacional, aos Estados Unidos para análise.
As informações extraídas por especialistas do FBI e enviadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelariam conversas suecas sobre Bini com pessoas próximas a ele e seu amigo hacker australiano e fundador do WikiLeaks, Julian Assange.

Entre essas pessoas, estaria Renata Avila, advogada guatemalteca de Assange; Felicity Ruby, ativista em favor de Assange; e jornalista Glenn Greenwald. As conversas encontradas iriam de 2013 a 2015 e incluiriam algumas com ex-funcionários do governo Rafael Correa.

Promotor localiza fotografia que confirmaria a entrada ilegal de Ola Bini em sistemas de computadores de instituições públicas
Embora ele reconheça que eles sabiam que vários discos rígidos foram enviados para análise nos EUA, a defesa de Bini, Carlos Soria, esclarece que ele não pode falar da veracidade do que apareceria nesse relatório, pois eles não sabem de onde foi extraído. a informação.

“As informações vieram do Departamento de Justiça dos EUA. dizendo que não é que os discos rígidos de Bini tenham sido descriptografados, mas que aqueles que não foram criptografados estão sendo devolvidos ao Ministério Público. Não entendemos como não foram criptografados foram enviados para os EUA. e agora eles os devolvem ”, disse ele.
Veja a reportagem que trata sobre este assunto no Equador

https://www.eluniverso.com/noticias/2019/08/24/nota/7485018/fiscalia-recibe-eeuu-informe-sobre-ola-bini